“Espanto”, de Pedro Spigolon e fotografias de Pedro Spagnol, já está à venda na lojinha da Editora Medita

Sem títuloPara aqueles que não puderam comparecer ao lançamento do “Espanto”, primeiro livro da Coleção Galo Branco, realizado na cidade de Araras no último dia 16 de maio, e para quem também não poderá comparecer ao lançamento do livro em Campinas, que acontece na quarta-feira, 20 de maio, na sede da Editora Medita, o livro de poemas de Pedro Spigolon, com fotografias de Pedro Spagnol, já está à venda pela internet na página da Editora Medita.

O livro pode ser adquirido por R$ 10,00 (acrescido do valor do frete) e o exemplar será entregue com a assinatura do autor.

Espanto é composto por cerca de 30 poemas divididos em três partes: “Eternidade Abandonada”, “Propaganda do Inferno” e “Espanto nosso de cada dia”, em que aparecem temas como o cotidiano, a infância, a vida, a morte e o tempo, trabalhados por uma linguagem musical e imagens singularmente criativas, pensadas e construídas, com expressiva carga semântica e simbólica.

Um diálogo muito interessante com os poemas de Pedro Spigolon é estabelecido pelas fotografias de Pedro Spagnol, que nos chegam entre um poema e outro do livro, e trazem aquela estética própria conseguida pela exploração do preto e branco, dando forma a cuidadosas composições que transmitem algo de absurdo, de sutilmente espantoso.

A Coleção de obras inéditas “Galo Branco” foi contemplada pelo Edital nº 34/2014 do Programa de Ação Cultural (ProAC) “Concurso de Apoio a Projetos de Publicação de Livros – coleção de obras inéditas – no Estado de São Paulo”, e publicará 10.500 livros, divididos em sete títulos inéditos, que serão lançados em cinco cidades do interior do estado de São Paulo, de maio a dezembro de 2015.

“Ergueram uma muralha no horizonte
de nosso coração enraizado.
Por todos os lados
as pedras tapam
a imensidão furtada
de tuas raízes soníferas.
Onde estará a vastidão do mundo
já que tu és tão pequeno?”

(Pedro Spigolon, Espanto, p. 17)

“Incendiar formigueiros quando criança é revelar aos
adultos que a ordem não passa de um subterfúgio para
abolir a liberdade em nome da decência. De quem?”

(Pedro Spigolon, Espanto, p. 35)